John Mayer e como fazer da capa do disco uma obra de arte atemporal

Foi exatamente o que John Mayer queria fazer com o seu álbum Born & Raised, traduzir a característica da sua música em um visual único e com um primor artístico acima do comum nestes tempos de estratégias mirabolantes de lançamento, mudanças de comportamento polêmicas ou videoclips inovadores. E depois de muita busca entre artistas modernos da era digital ele descobriu David A. Smith, um artista britânico especializado em sinalização e na fina arte da gravura reversa com vidro. Este making of mostra o trabalho de Smith e Mayer para criar a arte da capa do disco e ainda dois painéis únicos em vidro, um deles curvo. O próprio músico teve o insight de investir na arte da capa do álbum e não em outras mídias por ela ser o ponto de contato constante do seu público com sua obra, aparecendo com destaque nas lojas online, telas de celulares e tocadores de mp3, quase onipresente e por isso resgatando da época do vinil a preocupação com a arte da capa. Inspiração A inspiração veio das antigas artes rebuscadas da virada do século 19 de letreiros, cartazes e publicidades, já consideradas uma arte perdida, efêmera. Era o máximo da habilidade de artistas a serviço de materiais que teriam vida curta como embalagens e sinalizações, mas acabaram resistindo ao tempo e tornando-se arte novamente.     Quem acompanha o programa Caçadores de Relíquias pode ver o quanto nos Estados Unidos isso é considerado importante e até colecionável. E nesse documentário que acompanha a produção da capa do disco e alguns presentes inestimáveis para o cantor é possível se encantar com a habilidade...
Um bom bate-papo no blog Muitos Pra Muitos

Um bom bate-papo no blog Muitos Pra Muitos

A convite da Lerrine Cruz bati um bom papo lá no blog Muitos Pra Muitos, onde conversamos sobre o mercado da comunicação digital, minha história profissional e os planos para daqui pra frente. Na entrevista falei essa e outras coisas sobre o que penso: A propaganda é alma do negócio? Bem, só é verdade se o seu negócio for uma agência de propaganda. Fora isso, nem sempre propagar vai ser a salvação do seu negócio. Principalmente hoje que a palavra de ordem é relacionamento. Cada negócio tem a sua essência. É o bom e velho cada um cada um, cada outro cada outro. Temos uma infinidade de soluções diferentes para cada problema. E é exatamente por isso que o nosso trabalho é tão gostoso e variado, a cada cliente abre-se um novo mundo de possibilidades de trabalho. Editado: como o blog foi descontinuado e seu conteúdo não está mais no ar, resolvi colocar a entrevista na íntegra aqui. Clique aqui para saber mais Olá Julio! Obrigada pela entrevista! Seguem abaixo as perguntas. Se puder me envie junto com as respostas uma foto sua, ou prints para ilustrar o post, tudo bem? Bom, vamos lá: 01. Antes de qualquer coisa obrigada por ceder esta entrevista para os nossos leitores, é com bate papos assim que mostramos ao mercado o nosso conhecimento e atraímos os semelhantes. Agora você, como profissional, vive uma nova fase, conte-nos um pouco sobre sua nova agência, a acredite.co. Lerrine, eu que agradeço o convite, trocar ideia e experiência com profissionais alinhados com o nosso jeito de pensar sempre foi uma das coisas mais bacanas desse nosso...
Bullet Journal é um sistema analógico de notas para organizar sua vida

Bullet Journal é um sistema analógico de notas para organizar sua vida

O Bullet Journal é um sistema de notas analógico para ajudar a organizar usa vida, seu lazer e sua diversão usando coisas simples como canetas e cadernos com folhas de papel. SIM, nada melhor que um sistema analógico, organizado e de simples acesso para organizar a vida de quem trabalha serviços digitais. Mas porque acredito nisso? Usamos computadores, tablets, celulares ou outras coisas eletrônicas para nos ajudar com o trabalho do dia a dia. Mas acredito que ainda sim, com toda essa tecnologia disponível o melhor jeito de anotar informações e se manter organizado é usando um caderno de papel com um lápis ou caneta. E posso listar vários motivos para isso: Usar papel e caneta/lápis estimula nossa mente; É sim um modo elegante de guardar informações; Baixo consumo de energia. Mentira, consumo zero mesmo; Funcionam em qualquer lugar, independente de energia ou conexão de internet; Funcionam bem do lado do computador sem roubar recursos como memória ou armazenamento; Você consegue usar para anotar coisas em uma reunião sem parecer que está ignorando as outras pessas; Facil de encontrar qualquer informação, basta folhear; Podem ser digitalizados depois. É aqui que entra o Bullet Journal System Criado por Ryder Carroll ao longo de anos como diretor de arte (e como precisamos se organizar nessa vida de agência), é uma técnica que é independente do material usado. Ou seja, não precisa ser um moleskine nem outro caderno caro, basta ser de papel e aceitar escrever nele. Como descrito pelo próprio em seu site: Bullet Journal é para aqueles que sentem que existem poucas plataformas tão poderosas como uma folha de papel...