As cores de pele humana e sua beleza: Projeto Humanæ

As cores de pele humana e sua beleza: Projeto Humanæ

Nós que trabalhamos com design todos os dias usando escalas de cores sempre enxergamos as diferentes cores de objetos, plantas animais bem como as cores de pele humana. E ficamos imaginando como seriam seus equivalentes descritos pela escala Pantone®. Mas e se a escala Pantone® fosse usada para descrever as quase infinitas tonalidades de pele dos humanos espalhados pelo nosso planeta? Muita gente já pensou isso. E muitos já fizeram como piada ou graça na internet. Mas uma fotógrafa brasileira foi além e usou essa ideia para algo maravilhoso: o projeto Humanæ. O projeto Humanæ: a beleza de todas as cores de pele humana Em sua apresentação no TED Angelica Dass apresenta seu projeto Humanæ. Neste projeto desafia nossa ideia de cor de pele e identidade étnica. Por causa da sua história e a multiplicidade étnica em sua própria família ela se inspirou para realizar esse projeto que hoje transcende a arte e e integra estudos de antropologia, física a neurociências. Em suas palavras: O Humanæ é uma tentativa de ressaltar nossa verdadeira cor, em vez das não verdadeiras – branco, vermelho, preto ou amarelo -, associadas a raça. É meio que um jogo que questiona nossas regras. É um trabalho em construção, de uma história pessoal a uma global. Assistam a apresentação forte, emocional e muito inspirada de Angélica Dass. E confira seu projeto fotográfico! Eu experimentei a ideia da Angélica em mim mesmo! E descobri que minha cor é Pantone® 480-C. Conheça mais sobre o trabalho de Angelica sobre cores de pele humana: ted.com. Em seu site Angélica Dass e no...

John Mayer e como fazer da capa do disco uma obra de arte atemporal

Foi exatamente o que John Mayer queria fazer com o seu álbum Born & Raised, traduzir a característica da sua música em um visual único e com um primor artístico acima do comum nestes tempos de estratégias mirabolantes de lançamento, mudanças de comportamento polêmicas ou videoclips inovadores. E depois de muita busca entre artistas modernos da era digital ele descobriu David A. Smith, um artista britânico especializado em sinalização e na fina arte da gravura reversa com vidro. Este making of mostra o trabalho de Smith e Mayer para criar a arte da capa do disco e ainda dois painéis únicos em vidro, um deles curvo. O próprio músico teve o insight de investir na arte da capa do álbum e não em outras mídias por ela ser o ponto de contato constante do seu público com sua obra, aparecendo com destaque nas lojas online, telas de celulares e tocadores de mp3, quase onipresente e por isso resgatando da época do vinil a preocupação com a arte da capa. Inspiração A inspiração veio das antigas artes rebuscadas da virada do século 19 de letreiros, cartazes e publicidades, já consideradas uma arte perdida, efêmera. Era o máximo da habilidade de artistas a serviço de materiais que teriam vida curta como embalagens e sinalizações, mas acabaram resistindo ao tempo e tornando-se arte novamente.     Quem acompanha o programa Caçadores de Relíquias pode ver o quanto nos Estados Unidos isso é considerado importante e até colecionável. E nesse documentário que acompanha a produção da capa do disco e alguns presentes inestimáveis para o cantor é possível se encantar com a habilidade...